#VEJAMercado | A cada 24 segundos, segundo estudo da Serasa, um crime é registrado no Brasil neste período de Carnaval. A combinação de multidão, distração e pressa cria o cenário perfeito para golpistas. Não é exagero dizer que, enquanto o trio elétrico passa, alguém está sendo vítima de fraude — muitas vezes sem perceber na hora.
O advogado especialista em Direito Empresarial Fernando Moreira explica que os criminosos exploram justamente esse ambiente de euforia. “Os principais golpes são aqueles que contam com a distração do folião para trocar o cartão, para colocar um valor superior ou até mesmo para furtos de celular durante os eventos”, afirma. Ele chama a atenção também para as chamadas engenharias sociais. “O senso de urgência… o folião no meio do bloquinho precisa pagar alguma coisa correndo e acaba fazendo um PIX com valor indevido.” É o impulso falando mais alto que a cautela.
Saiba mais em #VEJA.
#golpe #pix #carnaval
—————————————————————————
Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN
Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/
SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:
Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/
Facebook: http://www.facebook.com/Veja/
Twitter: http://twitter.com/VEJA
Telegram: http://t.me/vejaoficial
Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/
TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja